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Casa da Mãe Jana: Mah Nah Mah Nah!



Os Muppets foram um ícone da infância de qualquer pessoa entre 22/23 e 40 anos. Se por acaso cresceste entre as décadas de 60 e 80, os personagens de Jim Henson fizeram parte da tua vida. Desde que o Theus era bem nenezinho, costumávamos colocar vídeos dos Muppets no Youtube pra ele assistir. Com seis meses, ele já era bem familiarizado com o clássico Mah Nah Mah Nah (como ele chama os Muppets até hoje), com a Ode to Joy interpretada pelo Beaker e com a deliciosa versão de Bohemian Rhapsody – que por um tempo foi tão, mas tão favorito que ele era capaz de assistir o vídeo, em loop, por até DUAS HORAS. Não estou brincando. Eu cronometrei. E é muito tempo, se levar em conta que o vídeo só tem uns... 4 minutos.

E bem no auge da paixão dele pelos bonecos amalucados, a Disney, queridona, resolveu resgatar esses adoráveis personagens, que já estavam há uns bons dez anos ou mais sem aparecer para um público novo. A família inteira enlouqueceu. Com uns bons seis meses de antecedência, já estávamos com o plano pronto para levar o Theus para ver os “Mah Nahs” no cinema – a primeira vez dele em frente a uma tela grande.

E foi tão lindo... uma imagem que eu nunca vou apagar da retina: Matheus sentado no cinema escuro, agarrado no meu braço e falando baixinho: “Os Mupis, mamãe, os Mupis!”. Os olhos brilhavam a medida que os personagens apareciam – o momento de glória foi quando apareceu o Animal: ele virou pra mim com um sorrisão e disse com voz grossa “Mamaaaa”, lembrando da parte favorita dele de Bohemian Rhapsody.

Não durou uma hora de filme e caiu dormindo. Enquanto os bonecos faziam as peripécias nas telas, ele dormia a sono solto, embalado pelas músicas originais. Acordou nos dez minutos finais do filme, a parte mais emocionante e heartbreaking da história. Vimos o final, onde todos os astros convidados cantaram o “Mah Nah Mah Nah” enquanto os créditos rolavam, abraçados, ele no meu colo, com o encantamento vertendo dos olhos.

Realmente, não tinha como escolher um debut melhor para ele no cinema!

So long,

Jana

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